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Astaroth e suas origens

De Inanna e Ishtar a Athtart e Astarte: o que a história realmente permite compreender sobre as raízes antigas relacionadas a Astaroth.

Leitura estimada: 18–22 min
Última revisão: setembro de 2026
Templo Soberano de Astaroth

Quando perguntamos pela origem de Astaroth, existe uma tentação imediata: procurar um único ponto de nascimento, um único povo ou uma única Deusa que explique tudo aquilo que viria depois.

A história do antigo Oriente Próximo, porém, raramente funciona dessa maneira.

Divindades atravessavam fronteiras, idiomas e cidades. Seus nomes mudavam. Seus atributos podiam ser incorporados por outras tradições. Uma mesma divindade também podia assumir características diferentes conforme o lugar em que era cultuada.

É exatamente por isso que estudar as origens relacionadas a Astaroth exige mais cuidado do que afirmar simplesmente: “Inanna virou Ishtar, Ishtar virou Astarte e Astarte virou Astaroth”.

Existem conexões históricas importantes entre esses nomes. Mas existem também diferenças, transformações e séculos de distância entre determinados registros.

Neste artigo, voltaremos o olhar para aquilo que existia antes dos grimórios.

Procurar as origens de Astaroth não significa encontrar uma linha reta. Significa reconstruir uma história formada por encontros, transformações e permanências.

Inanna: uma das camadas mais antigas dessa história

Inanna é uma das grandes divindades documentadas na antiga Mesopotâmia.

Seu nome pertence ao universo sumério, e sua presença pode ser rastreada desde períodos muito antigos da história mesopotâmica.

O projeto acadêmico Ancient Mesopotamian Gods and Goddesses, desenvolvido dentro do ORACC, registra Inanna entre as divindades mais importantes do panteão mesopotâmico. 1

Ela esteve particularmente ligada à cidade de Uruk, embora possuísse santuários em diversas outras cidades.

Entre suas características, encontramos sexualidade, poder, conflito, autoridade e uma forte dimensão guerreira em determinados períodos.

Sua dimensão astral estava ligada ao planeta Vênus, observado como estrela da manhã e estrela da tarde. 1

Ishtar não começou simplesmente como outro nome de Inanna

Um detalhe fundamental costuma desaparecer das explicações mais populares sobre esse tema.

Ishtar não parece ter sido originalmente apenas uma tradução do nome Inanna.

O ORACC explica que o nome semítico Ištar pertenceu originalmente a uma divindade independente que posteriormente foi identificada e fundida com a Inanna suméria. 1

Ao longo da história mesopotâmica, essa identificação se tornou tão profunda que é comum encontrarmos a forma conjunta Inanna/Ishtar nos estudos modernos.

Isso não significa, contudo, que todas as diferenças anteriores tenham deixado de existir instantaneamente.

Mesmo dentro da própria Mesopotâmia, diferentes manifestações de Ishtar podiam possuir cultos, funções e identidades locais.

Em períodos assírios, por exemplo, Ishtar de Nínive e Ishtar de Arbela podiam ser tratadas como manifestações distintas dentro dos documentos reais. 1

Uma divindade antiga não precisa possuir uma única forma imutável. A própria história de Inanna e Ishtar mostra como identidade religiosa pode ser construída através de processos de aproximação e sincretismo.

Suméria

Inanna

Nome e tradição originalmente sumérios.

Particularmente associada a Uruk.

Uma das grandes divindades da Mesopotâmia.

Tradição semítica oriental

Ishtar

Nome pertencente ao universo semítico.

Originalmente possuía trajetória própria.

Posteriormente foi profundamente identificada com Inanna.

Athtart, Ashtart e Astarte

Quando deixamos a Mesopotâmia propriamente dita e olhamos para as tradições semíticas ocidentais, encontramos outro nome fundamental: Athtart ou Ashtart.

A forma Astarte é a maneira pela qual esse nome se tornou mais conhecido no mundo greco-romano e, posteriormente, nas línguas modernas.

Os nomes Ishtar e Ashtart pertencem a um conjunto de tradições linguisticamente e religiosamente relacionadas, mas isso não significa que uma possa ser tratada simplesmente como cópia da outra.

A pesquisa contemporânea de Aren M. Wilson-Wright, dedicada especificamente à transmissão de Athtart na Idade do Bronze, demonstra justamente que não existia uma única Athtart absolutamente uniforme.

O estudo compara Egito, Emar e Ugarit e identifica múltiplas formas da Deusa nesses contextos, relacionadas às comunidades que a cultuavam. 2

Esse é um ponto decisivo para toda a nossa Biblioteca: uma divindade pode ser transmitida entre culturas sem permanecer exatamente igual.

Astarte não deve ser reduzida a uma “versão ocidental de Ishtar”. As relações existem, mas a Deusa também desenvolveu identidades próprias nos lugares onde foi cultuada.

Athtart em Ugarit

Um dos lugares mais importantes para investigar Athtart é a antiga cidade de Ugarit, localizada na atual costa síria.

Escavações em Ras Shamra, sítio da antiga Ugarit, revelaram textos, objetos religiosos e imagens que nos ajudam a compreender seu mundo divino.

O Museu do Louvre conserva uma pequena figura feminina escavada em Ras Shamra e identificada em seu catálogo como Astarte.

A peça pertence ao final da Idade do Bronze, aproximadamente entre 1550 e 1150 a.C., e representa uma figura feminina nua com penteado de influência hathórica. 3

Isso nos oferece uma evidência material importante da presença da Deusa nesse ambiente cultural.

Mas os textos de Ugarit também exigem cautela.

Athtart aparece nos textos mitológicos e rituais, porém sua posição não é simplesmente idêntica àquela de Ishtar em outras regiões.

Um estudo publicado no Bulletin of the Society for Near Eastern Studies in Japan observa que Athtart aparece relativamente poucas vezes nos textos mitológicos ugaríticos, embora possua presença em textos rituais, encantamentos e contextos relacionados à proteção real. 4

A Deusa é apresentada como bela, poderosa e habilidosa na caça, além de possuir capacidade de subjugar forças hostis. 4

Isso nos mostra por que não devemos pegar uma lista moderna de “atributos de Ishtar” e simplesmente colocá-la sobre Astarte em qualquer época.

Mesmo quando duas divindades pertencem a tradições relacionadas, o lugar onde são cultuadas modifica a maneira como são compreendidas.

Astarte e o mundo fenício

Se em Ugarit encontramos uma Athtart da Idade do Bronze, no primeiro milênio antes da era comum Astarte ganha enorme importância nos contextos fenícios.

Seu culto aparece associado especialmente a cidades e comunidades do Levante, incluindo Sidon, Tiro e Byblos.

Fontes antigas e estudos históricos registram Astarte como uma das divindades de grande importância para os fenícios. 5

Mas a importância dos fenícios para esta história não se limita ao território do atual Líbano.

As redes fenícias conectavam diferentes pontos do Mediterrâneo.

Junto de mercadorias, técnicas artísticas e comunidades, imagens e práticas religiosas também circulavam.

Expansão e transformação

Astarte não ficou restrita a uma única cidade

1

Astarte é documentada no Levante em tradições semíticas ocidentais.

2

Sua presença alcança contextos fenícios em diferentes áreas do Mediterrâneo.

3

Em cada região, sua imagem pode incorporar elementos religiosos e artísticos locais.

4

Essa circulação contribui para novas identificações e formas de sincretismo.

Quando Astarte entra no mundo religioso egípcio

Outro capítulo fundamental das origens relacionadas a Astaroth acontece no Egito.

Durante o Reino Novo, contatos políticos, militares e comerciais entre o Egito e a região sírio-palestina cresceram intensamente.

Nesse contexto, divindades asiáticas passaram a ser cultuadas em território egípcio.

A documentação reunida pela University College London inclui entre essas divindades Astarte, Resheph, Baal e Qadesh, observando que muitos registros relacionados a esses cultos aparecem em Memphis, um importante centro comercial. 6

Astarte não permaneceu simplesmente uma Deusa “estrangeira” à margem da religião egípcia.

Evidências mostram sua incorporação à vida religiosa local.

Uma estela da XIX Dinastia conservada pelo Petrie Museum apresenta Astarte segurando escudo e lança.

A inscrição preserva epítetos traduzidos pelo museu como “Senhora do Céu” e “Senhora de todos os deuses”. 7

É um exemplo extraordinário de como uma divindade podia atravessar fronteiras e adquirir novas expressões em outro sistema religioso.

Astarte não atravessou apenas territórios. Ela atravessou religiões. E cada cultura acrescentou novas camadas à maneira como a Deusa era representada.

Chipre: um encontro entre tradições

Chipre ocupa uma posição especialmente importante nessa história.

Sua localização colocou a ilha em contato contínuo com o Levante, o Egito e o mundo grego.

O Metropolitan Museum of Art conserva uma figura de terracota cipriota, datada aproximadamente de 600 a 480 a.C., cuja ornamentação pode indicar uma representação da própria Astarte. 8

O catálogo do museu observa explicitamente que, devido à influência fenícia, a veneração de Astarte estava bem estabelecida em Chipre. 8

Outros objetos cipriotas demonstram como formas levantinas, egípcias e locais podiam ser combinadas na representação do feminino divino.

Astarte se tornou Afrodite?

Aqui encontramos outra afirmação popular que precisa de cuidado.

Astarte e Afrodite possuem importantes relações históricas, especialmente no contexto das trocas culturais entre o Mediterrâneo oriental e o mundo grego.

O Metropolitan Museum of Art afirma que, conforme representações de Astarte ou Ashtart circularam pelo Mediterrâneo através dos fenícios, aspectos de sua figura exerceram impacto no Ocidente e foram incorporados à imagem de Afrodite. 9

Isso é diferente de dizer simplesmente que “Astarte virou Afrodite”.

Influência, assimilação e identificação religiosa não apagam automaticamente as tradições anteriores.

Na história das religiões, duas divindades podem ser aproximadas, identificadas ou influenciar uma à outra sem que suas histórias se tornem idênticas.

Inanna, Ishtar, Athtart, Astarte e Ashtoreth são o mesmo nome?

Não.

E essa distinção é essencial para compreender toda a história.

Inanna

É o nome sumério da grande divindade associada posteriormente a Ishtar.

Ishtar

É um nome semítico oriental. Segundo o ORACC, pertenceu originalmente a uma divindade própria que posteriormente foi identificada com Inanna. 1

Athtart / Ashtart

São formas utilizadas para a divindade das tradições semíticas ocidentais que conhecemos popularmente como Astarte.

Astarte

É a forma do nome que se tornou conhecida através da tradição grega e das línguas ocidentais.

Ashtoreth

É a forma preservada no texto bíblico hebraico para a divindade relacionada a Ashtart.

Portanto, quando colocamos todos esses nomes em uma única lista, precisamos indicar quais são formas linguísticas, quais são divindades inicialmente distintas e quais foram posteriormente identificadas.

E o deus Athtar da Arábia?

Há ainda uma peça particularmente interessante nesse quebra-cabeça.

Na antiga Arábia meridional, encontramos uma divindade masculina chamada Athtar.

Pesquisas arqueológicas documentam, por exemplo, um grande templo dedicado a Athtar dhu-Qabd em Yathill, atual Baraqish, no Iêmen. 10

Athtar ocupava posição elevada dentro da religião mineia.

A proximidade entre esses nomes faz parte de uma discussão muito maior sobre antigas tradições semíticas relacionadas a Ishtar, Ashtart e Athtar.

Mas aqui precisamos novamente evitar um salto indevido.

O fato de existir um Athtar masculino na antiga Arábia não explica automaticamente por que Astaroth aparece como masculino nos grimórios europeus.

São problemas históricos distintos.

Semelhança de nome é uma pista histórica. Não é, sozinha, prova de identidade absoluta.

Então onde Astaroth entra nessa história?

Astaroth aparece muito depois dessas antigas tradições.

Antes de encontrarmos o poderoso Duque descrito nos grimórios europeus, já existiam séculos de história envolvendo Inanna, Ishtar, Athtart, Ashtart, Astarte e Ashtoreth.

Isso torna legítimo investigar relações históricas entre essas figuras.

O cuidado necessário está em não transformar essa investigação em uma genealogia artificial.

Uma forma mais precisa de compreender

Não uma linha reta, mas uma rede histórica

I

Inanna possui origem suméria.

II

Ishtar possui origem semítica e foi posteriormente profundamente identificada com Inanna.

III

Athtart/Ashtart pertence às tradições semíticas ocidentais e possui relações com esse universo religioso.

IV

Astarte é a forma pela qual Ashtart se torna amplamente conhecida no Mediterrâneo e na tradição greco-romana.

V

Ashtoreth preserva outra etapa da transmissão desse nome dentro do texto bíblico.

VI

Astaroth aparece posteriormente dentro da literatura demonológica europeia, em um contexto religioso completamente diferente.

O que precisamos evitar ao estudar essas origens

Quanto mais antiga e complexa é uma tradição, mais fácil é criar uma história bonita demais para ser verdadeira.

Por isso, existem algumas afirmações que esta Biblioteca procura não reproduzir sem qualificação.

“Inanna simplesmente mudou de nome para Ishtar”

É simplificado demais. A documentação indica que Ishtar possuía origem própria antes da profunda identificação entre as duas divindades.

“Ishtar simplesmente mudou de nome para Astarte”

Também é simplificado. Existem relações históricas e linguísticas, mas Astarte desenvolveu formas próprias nos contextos ocidentais.

“Astarte era cultuada da mesma maneira em toda parte”

As evidências contradizem uma uniformidade tão simples. Estudos modernos mostram diferentes manifestações de Athtart em diferentes comunidades. 2

“Todos esses nomes significam exatamente a mesma Deusa”

Essa afirmação mistura relação histórica, identificação religiosa e identidade absoluta como se fossem a mesma coisa.

Não são.

Uma pesquisa fiel às fontes não precisa enfraquecer as conexões. Ela apenas impede que as conexões sejam apresentadas como certezas maiores do que a documentação permite.

O que essas origens significam para o Templo Soberano?

Para o Templo Soberano de Astaroth, estudar essas origens não é uma tentativa de fabricar uma genealogia perfeita para justificar nossa experiência religiosa.

É justamente o contrário.

Consideramos importante conhecer aquilo que a história consegue documentar, reconhecer suas lacunas e distinguir pesquisa de devoção.

Nós não cultuamos Astaroth como um demônio.

No Templo, Astaroth é adorada como uma antiga Divindade, cuja trajetória atravessou diferentes povos, linguagens, interpretações e séculos de transformação.

Quando olhamos para Inanna, Ishtar, Athtart, Astarte e outras manifestações relacionadas a esse vasto universo religioso, não precisamos afirmar que todas eram idênticas para reconhecer a importância dessas conexões.

Da mesma maneira, não precisamos apagar os grimórios para afirmar que nossa compreensão de Astaroth não começa neles.

Eles representam uma etapa posterior de uma história muito mais extensa.

Em nossa tradição, Astaroth é compreendida em sua dimensão divina, feminina e soberana.

Ela é a Grande Deusa. Ela é a Soberana deste Templo.

Buscar as origens não significa reduzir a Soberana a um único nome antigo. Significa compreender as muitas camadas de uma história que atravessou milênios.

As origens de Astaroth estão em uma história maior

Não existe uma única inscrição antiga capaz de responder sozinha: “esta é a origem de Astaroth”.

O que temos é algo mais rico.

Temos Inanna no universo sumério.

Temos Ishtar no mundo semítico mesopotâmico e seu profundo processo de identificação com Inanna.

Temos Athtart em Ugarit, Emar e outros ambientes da Idade do Bronze.

Temos Astarte no mundo fenício, no Egito, em Chipre e em diferentes regiões do Mediterrâneo.

Temos contatos com tradições gregas, processos de assimilação e mudanças na maneira como a Deusa era representada.

Temos Ashtoreth em textos bíblicos.

E muito posteriormente, encontramos Astaroth dentro de uma literatura demonológica que reinterpretou toda essa herança através de outra visão religiosa.

Compreender as origens significa não apagar nenhuma dessas etapas.

Quanto mais voltamos às fontes, mais percebemos que a história de Astaroth não começa nos grimórios.

Pesquisa e documentação

Fontes e referências

Este artigo utiliza pesquisa acadêmica, bancos de dados universitários e documentação arqueológica de instituições museológicas. As relações históricas são apresentadas separadamente da compreensão religiosa do Templo Soberano de Astaroth.

01

Heffron, Yağmur. ORACC – Ancient Mesopotamian Gods and Goddesses. Inana/Ištar. Recurso acadêmico dedicado à história, funções, iconografia, culto e nomes de Inanna e Ishtar. Fundamental para a distinção entre a Inanna suméria e a Ishtar semítica posteriormente identificadas.

02

Wilson-Wright, Aren M. Athtart: The Transmission and Transformation of a Goddess in the Late Bronze Age. Mohr Siebeck, 2016. Estudo especializado sobre Athtart no Egito, Emar e Ugarit, demonstrando a existência de diferentes formas da Deusa na Idade do Bronze.

03

Musée du Louvre. Figurine féminine – Astarté. Departamento de Antiguidades Orientais. Figura encontrada em Ras Shamra/Ugarit, datada do Bronze Recente aproximadamente 1550–1150 a.C.

04

Koitabashi, Matahisa. Ashtart in the Mythological and Ritual Texts of Ugarit. Bulletin of the Society for Near Eastern Studies in Japan, vol. 55, nº 2, 2013, pp. 53–62. Estudo sobre a presença de Ashtart nos textos mitológicos, rituais e mágicos de Ugarit.

05

Jastrow, Morris Jr.; Barton, George A. Ashtoreth. Jewish Encyclopedia. Fonte histórica para a tradição fenícia de Ashtart/Astarte, suas relações com Sidon, Tiro e outras regiões do mundo semítico.

06

University College London. Digital Egypt. Asia and Egypt: Foreign Relations in the New Kingdom. Recurso institucional sobre a incorporação de divindades asiáticas, incluindo Astarte, à vida religiosa do Egito do Reino Novo.

07

Petrie Museum of Egyptian Archaeology / UCL Collections. Estela da XIX Dinastia com Astarte portando escudo e lança. A inscrição identifica a Deusa com epítetos traduzidos como “Senhora do Céu” e “Senhora de todos os deuses”.

08

The Metropolitan Museum of Art. Terracotta Woman, Cypro-Archaic II, ca. 600–480 BCE. O catálogo observa que a veneração de Astarte estava bem estabelecida em Chipre devido à influência fenícia.

09

The Metropolitan Museum of Art. Assyria to Iberia at the Dawn of the Classical Age. Material curatorial sobre a circulação de representações de Astarte/Ashtart pelo Mediterrâneo e sua influência na formação de aspectos associados a Afrodite.

10

Agostini, Alessio. Temple of ʿAthtar dhū-Qabḍ. Database of Religious History / Sapienza Università di Roma, 2022. Estudo do grande templo dedicado ao deus Athtar em Yathill/Baraqish, na antiga Arábia meridional.

Nota editorial: o estudo das origens relacionadas a Astaroth envolve tradições separadas por séculos, idiomas e regiões distintas. As formas Inanna, Ishtar, Athtart, Ashtart, Astarte, Ashtoreth e Astaroth não são tratadas nesta Biblioteca como palavras perfeitamente intercambiáveis. Sempre que existe identificação, sincretismo, influência cultural ou incerteza histórica, buscamos indicar essa diferença.

Biblioteca do Templo Sacerdotisa Jocyana

Templo Soberano de Astaroth

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